terça-feira, 3 de maio de 2011

NAQUELE DIA



















Naquele dia
Descia a noite
Enquanto a conhecia

Suas mãos suaram
E a fisionomia corou
Repentina

Para assistir ao nascer do sol
Que trancendia
Da madrugada que nem findara

Miguel-

2 comentários:

Karinna* disse...

*Um encontro soberbo descrito em versos de fogo.
Belo!
BjM-
K*

marilandia disse...

NAQUELE DIA// NO MEU PASSADO

Naquele dia// Momentos únicos
Desce a noite// Em lavas de fogo
Enquanto a conhecia// A noite espreitando o pôr-do-sol

Suas mãos suaram// Perfume d’outrora exalando
E a fisionomia corou// Numas falas às fantasias
Repentina// Silêncios segredando...

Para assistir ao nascer do sol// Eflúvios do amanhecer
Que transcendia// A desfolhar
Da madrugada que nem findara// Sangrentas sombras…

BELÍSSIMO DIA CANTADO NA MARAVILHA DOS VERSOS TEUS.
Beijos.
Marilândia