segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

IDENTIDADE

Na penumbra do poema ordena-se a pronúncia
Voz na forma do tempo pelos ares
Nadando a braçadas
O tom é dado em chave de poucas sílabas
Apenas essenciais
Mas, nada há de indefinível
Este chega a sentidos sussurrados
Beleza tão clara que se adivinha
Na carícia triste que me embala

Miguel Eduardo-

Um comentário:

marilandia disse...

"...Beleza tão clara que se adivinha
Na carícia triste que me embala"

MAGNÍFICO FECHO PRA "IDENTIDADE" - VERSO A VERSO EM SINGULARES REFLEXÕES!!!

Beijos.
Marilândia